Ipu (CE): Município controlou à dengue, mas outros 28 municípios têm risco ou alerta de surto
As cidades que mais preocupam são Canindé, Varjota e Baturité porque estão com o IIP igual ou maior que 12%. Estão entre os pontos críti...
https://ipu24horas.blogspot.com/2015/04/ipu-ce-municipio-controlou-dengue-mas.html
As cidades que mais preocupam são Canindé, Varjota e Baturité porque estão com o IIP igual ou maior que 12%.
Estão entre os pontos críticos depósitos de lixo, entulhos e baldes que podem acumular vetores e contribuir para proliferação do mosquito.
Estão entre os pontos críticos depósitos de lixo, entulhos e baldes que podem acumular vetores e contribuir para proliferação do mosquito.
Município de Ipu - Uma reportagem da TV Diário, no início de fevereiro desse ano, destacou a cidade de Ipu, a 294 km de Fortaleza, na Serra da Ibiapaba, como sendo um dos municípios cearenses com maior número de casos de dengue registado naquele mês na Região Noroeste e em todo o Ceará.
O município se destaca no combate a dengue e utiliza a técnica de criação e reprodução de peixes Tricogaster (Trichogaster trichopterus) para colocar o peixe nas caixas d'água dos moradores e combater a proliferação das larvas do mosquito da dengue, pois o peixe se alimenta das larvas e é resistente ao cloro.
A divulgação de casos precocemente, em relação a outros municípios da Região Noroeste e da Serra da Ibiapaba, deve-se ao fato que de que o município, ao invés de enviar suas amostras laboratoriais para Sobral, onde os resultados de comprovação dos casos de Dengue tardam mais para serem confirmados, o município enviar suas amostras para Fortaleza, o que possibilita ficar saber dos resultados com bastante antecedência e já iniciar o tratamento dos pacientes e a prevenção em todo o município, mas isso mostrou o município com um maior caso de dengue que os demais municípios que no início do ano demoraram para divulgar seus resultados sobre à dengue.
Os casos de dengue no município de Ipu já diminuíram bastante e está sobre controle. Mas em outros municípios a situação é preocupante.
Entre janeiro e fevereiro, 20 municípios do Ceará estavam em situações de risco ou alerta para surto de dengue, levando em conta o Índice de Infestação Predial (IIP), segundo o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2015, do Ministério da Saúde. Hoje, esse número subiu para 48, um aumento de 140%, de acordo com informações do último Boletim Epidemiológico da Secretária de Saúde do Estado (Sesa).
Conforme o Ministério da Saúde, as cidades que apresentam o IIP inferior a 1% estão em condições satisfatórias, aquelas que têm números entre 1% e 3,9% estão em situação de alerta e quando o IIP é superior a 4% a situação é de risco, pois há possibilidade de surto de dengue.
Estão com maior risco de surto da doença as cidades de Canindé, Varjota, Baturité, Tauá,Hidrolândia e Coreaú. As condições estão mais críticas nos três primeiros, que ultrapassam os 12% de infestação predial. Além de Hidrolândia, que subiu de 5,2%, em fevereiro, para 8,80%.
Reriutaba, Caucaia, Santa Quitéria, Cascavel, Pacatuba, Pires Ferreira, Maranguape, Pacajus, Irauçuba, Cariré, Juazeiro do Norte, Fortaleza e Aquiraz são as cidades que, hoje, devem estar em alerta - embora ainda sem risco iminente de surto - em relação ao Aedes aegypti. A Capital está com IIP de 1,4%, o segundo mais baixo deste grupo.
O gerente da Célula de Vigilância Ambiental e Riscos Biológicos da Secretária Municipal de Saúde (SMS), Nélio Morais, explicou que o ideal era que Fortaleza estivesse abaixo do 1%, para uma situação tranquila. Mas, nesta época do ano, os índices tendem a aumentar devido à grande quantidade de chuvas. Para diminuir esses números, ressaltou Morais, a SMS divide Fortaleza em seis pontos, pois cada um apresenta dados e motivos diferentes para a proliferação do mosquito. "Sabemos quais as áreas mais críticas e que tipo de depósitos o Aedes aegypti mais usa para se reproduzir".
Em 2015, os casos estão concentrados principalmente na Regional VI, afirmou o gerente da Célula de Vigilância Ambiental e Riscos Biológicos. Bairros como Messejana, Jangurussu, Barroso e Conjunto Palmeiras estão entre os mais afetados.
Por conta da proximidade com a Regional V, muitos casos são registrados também nessa área, disse ele. Principalmente em bairros como José Walter e Siqueira. Nessas áreas, estão senso realizados trabalhos especiais desde o início do ano, como operação quintal limpo e mobilização educacional.
Fumacê
Na próxima semana, a Secretária Municipal de Saúde deve iniciar a operação de pulverização espacial Ultra-Baixo Volume (UBV) pesado, mais conhecida como fumacê, nas ruas e avenidas das Regionais V e VI. "Já tivemos o fumacê trabalhando durante as férias e Carnaval. No entanto, agora ele será direcionado para aquelas áreas onde foram registradas a transmissão da dengue", destacou Morais.
A assessoria de comunicação da Sesa informou que o órgão dá apoio aos municípios no combate ao Aedes aegypti, todavia, os trabalhos são de responsabilidade da Prefeitura.
Com informações do Diário do Nordeste via Netcina
Informação: Telenotícias Mundial
O município se destaca no combate a dengue e utiliza a técnica de criação e reprodução de peixes Tricogaster (Trichogaster trichopterus) para colocar o peixe nas caixas d'água dos moradores e combater a proliferação das larvas do mosquito da dengue, pois o peixe se alimenta das larvas e é resistente ao cloro.
A divulgação de casos precocemente, em relação a outros municípios da Região Noroeste e da Serra da Ibiapaba, deve-se ao fato que de que o município, ao invés de enviar suas amostras laboratoriais para Sobral, onde os resultados de comprovação dos casos de Dengue tardam mais para serem confirmados, o município enviar suas amostras para Fortaleza, o que possibilita ficar saber dos resultados com bastante antecedência e já iniciar o tratamento dos pacientes e a prevenção em todo o município, mas isso mostrou o município com um maior caso de dengue que os demais municípios que no início do ano demoraram para divulgar seus resultados sobre à dengue.
Os casos de dengue no município de Ipu já diminuíram bastante e está sobre controle. Mas em outros municípios a situação é preocupante.
Entre janeiro e fevereiro, 20 municípios do Ceará estavam em situações de risco ou alerta para surto de dengue, levando em conta o Índice de Infestação Predial (IIP), segundo o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2015, do Ministério da Saúde. Hoje, esse número subiu para 48, um aumento de 140%, de acordo com informações do último Boletim Epidemiológico da Secretária de Saúde do Estado (Sesa).
Conforme o Ministério da Saúde, as cidades que apresentam o IIP inferior a 1% estão em condições satisfatórias, aquelas que têm números entre 1% e 3,9% estão em situação de alerta e quando o IIP é superior a 4% a situação é de risco, pois há possibilidade de surto de dengue.
Estão com maior risco de surto da doença as cidades de Canindé, Varjota, Baturité, Tauá,Hidrolândia e Coreaú. As condições estão mais críticas nos três primeiros, que ultrapassam os 12% de infestação predial. Além de Hidrolândia, que subiu de 5,2%, em fevereiro, para 8,80%.
Reriutaba, Caucaia, Santa Quitéria, Cascavel, Pacatuba, Pires Ferreira, Maranguape, Pacajus, Irauçuba, Cariré, Juazeiro do Norte, Fortaleza e Aquiraz são as cidades que, hoje, devem estar em alerta - embora ainda sem risco iminente de surto - em relação ao Aedes aegypti. A Capital está com IIP de 1,4%, o segundo mais baixo deste grupo.
O gerente da Célula de Vigilância Ambiental e Riscos Biológicos da Secretária Municipal de Saúde (SMS), Nélio Morais, explicou que o ideal era que Fortaleza estivesse abaixo do 1%, para uma situação tranquila. Mas, nesta época do ano, os índices tendem a aumentar devido à grande quantidade de chuvas. Para diminuir esses números, ressaltou Morais, a SMS divide Fortaleza em seis pontos, pois cada um apresenta dados e motivos diferentes para a proliferação do mosquito. "Sabemos quais as áreas mais críticas e que tipo de depósitos o Aedes aegypti mais usa para se reproduzir".
Em 2015, os casos estão concentrados principalmente na Regional VI, afirmou o gerente da Célula de Vigilância Ambiental e Riscos Biológicos. Bairros como Messejana, Jangurussu, Barroso e Conjunto Palmeiras estão entre os mais afetados.
Por conta da proximidade com a Regional V, muitos casos são registrados também nessa área, disse ele. Principalmente em bairros como José Walter e Siqueira. Nessas áreas, estão senso realizados trabalhos especiais desde o início do ano, como operação quintal limpo e mobilização educacional.
Fumacê
Na próxima semana, a Secretária Municipal de Saúde deve iniciar a operação de pulverização espacial Ultra-Baixo Volume (UBV) pesado, mais conhecida como fumacê, nas ruas e avenidas das Regionais V e VI. "Já tivemos o fumacê trabalhando durante as férias e Carnaval. No entanto, agora ele será direcionado para aquelas áreas onde foram registradas a transmissão da dengue", destacou Morais.
A assessoria de comunicação da Sesa informou que o órgão dá apoio aos municípios no combate ao Aedes aegypti, todavia, os trabalhos são de responsabilidade da Prefeitura.
Informação: Telenotícias Mundial

