Número de mortos após terremotos no Nepal pode chegar a 10 mil
Uma nepalesa, sobre as ruínas da sua casa REUTERS/IFRC/Palani Mohan RFI Os terremotos que arrasaram o Nepal no fim de semana...
https://ipu24horas.blogspot.com/2015/04/numero-de-mortos-apos-terremotos-no.html
Segundo o governo, o número de mortos poderia chegar a 10 mil porque ainda não chegaram informações de vilarejos isolados. A Organização das Nações Unidas declarou que 8 milhões de pessoas foram afetadas pela catástrofe e que 1,4 milhão de pessoas necessitam ajuda alimentar.
Todos os alpinistas que ficaram presos a mais de 6.000 metros de altitude, devido às avalanches provocadas pelo terremoto, foram resgatados de helicóptero e levados até o campo da base sul da montanha. Entre 17 e 22 alpinistas morreram no fim de semana.
A ajuda internacional começou a chegar ao pequeno país asiático de 28 milhões de habitantes, um dos mais pobres da Ásia, mas as réplicas do terremoto, o dano às infraestruturas e a falta de recursos financeiros atrasam a distribuição dos mantimentos.
Várias campanhas foram lançadas para angariar fundos para tratar das vítimas. O Facebook, por exemplo, fez um apelo por doações e ofereceu até 2 milhões de dólares para completar as contribuições dos usuários.
Pessoas dormindo na rua
Um novo tremor mais leve, o vigésimo desde o violento terremoto de sábado, aterrorizou a população às 21h da segunda-feira (27). Milhares de pessoas estão dormindo nas ruas, com medo de as casas desabarem. Não há mais lugar para os feridos nos hospitais.
Numa verdadeira corrida contra o tempo, a busca por sobreviventes continua, em condições difícílimas. Equipes de salvamento estrangeiras desembarcaram na capital Katmandu com cães farejadores, mas, com o passar do tempo, a esperança de resgatar alguém com vida diminui.
Situação caótica
A situação na capital Katmandu é caótica e milhares de nepaleses tentam fugir, com medo dos tremores que têm se sucedido. Apesar de cada vez mais fracos, espalham o pânico na população. As estradas estão engarrafadas e no aeroporto há filas intermináveis de pessoas tentando encontrar um voo para deixar o país.
As infraestruturas estão danificadas, não há luz nem água e os caminhões-cisterna não conseguem atender a demanda da população. Mortos e feridos estão espalhados pelo chão, pois os hospitais e necrotérios estão saturados. Perto dos rios, as cerimônias de cremação são um cenário doloroso e ininterrupto.
A Unicef já alertou que cerca de um milhão de crianças estão afetadas pela tragédia e há risco de doenças infecciosas.
Fonte: RFI
Informação: Telenotícias Mundial
Todos os alpinistas que ficaram presos a mais de 6.000 metros de altitude, devido às avalanches provocadas pelo terremoto, foram resgatados de helicóptero e levados até o campo da base sul da montanha. Entre 17 e 22 alpinistas morreram no fim de semana.
A ajuda internacional começou a chegar ao pequeno país asiático de 28 milhões de habitantes, um dos mais pobres da Ásia, mas as réplicas do terremoto, o dano às infraestruturas e a falta de recursos financeiros atrasam a distribuição dos mantimentos.
Várias campanhas foram lançadas para angariar fundos para tratar das vítimas. O Facebook, por exemplo, fez um apelo por doações e ofereceu até 2 milhões de dólares para completar as contribuições dos usuários.
Pessoas dormindo na rua
Um novo tremor mais leve, o vigésimo desde o violento terremoto de sábado, aterrorizou a população às 21h da segunda-feira (27). Milhares de pessoas estão dormindo nas ruas, com medo de as casas desabarem. Não há mais lugar para os feridos nos hospitais.
Numa verdadeira corrida contra o tempo, a busca por sobreviventes continua, em condições difícílimas. Equipes de salvamento estrangeiras desembarcaram na capital Katmandu com cães farejadores, mas, com o passar do tempo, a esperança de resgatar alguém com vida diminui.
Situação caótica
A situação na capital Katmandu é caótica e milhares de nepaleses tentam fugir, com medo dos tremores que têm se sucedido. Apesar de cada vez mais fracos, espalham o pânico na população. As estradas estão engarrafadas e no aeroporto há filas intermináveis de pessoas tentando encontrar um voo para deixar o país.
As infraestruturas estão danificadas, não há luz nem água e os caminhões-cisterna não conseguem atender a demanda da população. Mortos e feridos estão espalhados pelo chão, pois os hospitais e necrotérios estão saturados. Perto dos rios, as cerimônias de cremação são um cenário doloroso e ininterrupto.
A Unicef já alertou que cerca de um milhão de crianças estão afetadas pela tragédia e há risco de doenças infecciosas.
Fonte: RFI
Informação: Telenotícias Mundial